domingo, 22 de maio de 2011

Diário de uma Bruxa

E o dia mais uma vez amanheceu frio e áspero, mas não era só o tempo frio que queimava a alma só de pensar em levantar da cama, mas sim o frio da morte, que estava passeando pelo mundo.
- Talvez Tânatos tenha acordado inspirada para trabalhar hoje! - assim pensei. *Sarcasmo logo cedo*
E uma voz estranha adentrou aos meus pensamentos:
- "Não coloque a culpa da sua própria frieza em Tanatos. Nem todas as mortes são realmente físicas!
Existem pessoas que estão vivas, porém mortas por dentro, pela falta do fogo do desejo. Assim como existem pessoas totalmente frias porque carregam a morte dentro delas mesmas!"
- E qual o resultado de ambas as friezas?!
- "Depende do que você escolher, ou de qual frieza escolher você!"
Mas e quando o frio da morte não é aquele que você carrega dentro de você, e sim a morte física, a própria Tânatos fazendo o seu trabalho? E quando você sente a presença da mesma chegando de forma sorrateira e tranquila, não posso fazer nada para mudar isso?!
- "E como Romeu disse a Julieta: Ir e viver ou ficar e morrer?!"
É, paciência!
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2 comentários:

Lilia R. disse...

Aí Bruxinha fofa, a morte anda conosco, dorme conosco, e vivie conosco só esperando a brechinha pra nos levar!!
beijos

Eliete disse...

Fala, feia! (mentira)

A morte que sinaliza o fim, e nenhum começo é a mais fria de todas, mesmo... E ela está sempre por aí!
Beijos!